Sítios de Arte RupestreImprimir

VISITAS ORIENTADAS A SÍTIOS DE ARTE RUPESTRE DO PARQUE ARQUEOLÓGICO DO VALE DO CÔA

Preços, condições e contactos

O Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC) disponibiliza desde 1996 visitas orientadas, em viaturas todo-o-terreno e abertas ao público em geral, a três dos principais sítios com arte rupestre paleolítica conhecidos na área do Parque: Canada do Inferno, Penascosa e Ribeira de Piscos (ver informação mais detalhada para cada sítio nesta página). Os guias do PAVC que acompanham as visitas têm formação especializada em arte rupestre
.

O preço da visita é de 10 € por pessoa e por sítio. A visita conjunta a um sítio de arte rupestre e ao Museu totali
za 12 €.  Para o actual regime de descontos e gratuitidades, ver aqui. 

As visitas aos sítios de arte rupestr
e não estão abrangidas pela gratuitidade de entrada aos Domingos e Feriados.

Para garantir a visita, recomenda-se a marcação prévia, através dos seguintes contactos:
Tel:  +351 279 768 260
Fax: +351 279 768 270
e-mail: visitas.pavc@igespar.pt

O PAVC não pode transportar crianças com idade inferior a três anos, em conformidade com a legislação em vigor. Já a partir dos três anos, uma vez que ocupam um lugar na viatura, contam como um adulto para efeitos de lotação do mesmo.

Devido às elevadas temperaturas atingidas no Verão, recomenda-se fortemente o uso de chapéu e protector solar, e de calçado e roupa confortável, devendo também cada visitante prevenir-se com água suficiente.

Não se realizam visitas aos sítios de arte rupestre nos seguintes dias: Segundas-feiras; 1 de Janeiro; Domingo de Páscoa; 1 de Maio; Dia de Natal.


Informação geral

Os três sítios localizam-se em pleno vale do rio Côa, acessíveis apenas por caminhos de terra batida. As visitas partem de sítios diferentes: do Museu do Côa (para a Canada do Inferno), do Centro de Recepção da aldeia de Castelo Melhor (para a Penascosa) e do Centro de Recepção da aldeia de Muxagata (para a Ribeira de Piscos).

Por razões logísticas e de conservação patrimonial, existe um limite de visitantes por dia/sítio, atendendo à especificidade de cada um. Todas as visitas são orientadas e realizadas nas viaturas todo-o-terreno do PAVC, com capacidade cada uma para 8 visitantes e um guia.

As gravuras paleolíticas mostradas ao público estão bastante patinadas pelo tempo e esse factor, aliado às frequentes sobreposições entre motivos, tornam-nas difíceis de ver e interpretar. Os horários das visitas são escolhidos em função da melhor luminosidade natural para a observação das gravuras, de forma a potenciar ao máximo a sua visualização. Os sítios da Canada do Inferno e da Ribeira de Piscos são visitados apenas durante a manhã, quando os painéis são iluminados pela luz solar mais ou menos rasante. Pelo contrário, os painéis da Penascosa, situados na margem direita do rio, encontram-se à sombra durante a manhã, pelo que este sítio é visitado apenas durante a tarde.

Desta forma, e tendo também em conta a duração média de cada visita, informamos que num dia útil não é possível visitar mais que dois sítios com gravuras, um de manhã e outro à tarde.

Os graus de dificuldade dos três percursos variam ligeiramente. A Penascosa é a visita mais fácil, com grau de dificuldade baixo, com um acesso simples e um percurso pedestre curto. A Canada do Inferno é também uma visita fácil, mas com um grau de dificuldade superior, tendo um percurso pedestre mais longo e mais exigente, com alguns ligeiros desníveis. A Ribeira de Piscos é já uma visita de dificuldade média, com um longo e sinuoso percurso, não recomendável a pessoas de fraca disponibilidade física ou com dificuldades de loc
omoção.

Chama-se a atenção que o vale do Côa é uma região muito seca e onde se atingem temperaturas extremamente elevadas, particularmente no Verão, sendo frequente haver um diferencial de temperaturas de vários graus entre a zona planáltica, onde se situam as povoações e o Museu do Côa, e o fundo do vale, onde são feitas as visitas, sendo escassas as zonas sombreadas. Recomenda-se o uso de roupa e calçado confortáveis, adequados à altura do ano e condições climatéricas. No Verão, recomenda-se fortemente que cada visitante leve chapéu, água e protector solar, porque é elevado o risco de insolação, desidratação ou de queimaduras solares. No Inverno ou com tempo chuvoso recomenda-se o uso de impermeável.

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