Oficina de Arqueologia ExperimentalImprimir

OFICINA DE ARQUEOLOGIA EXPERIMENTAL

Duração: cerca de 1h45

Preço
: 1 €

N.º mínimo de participantes:
6


Actividades disponíveis
: demonstração e experimentação de talhe de pedra; produção de fogo; confecção de cola e corda; aquecimento de líquidos; actividades de caça; realização de gravuras em xisto.

As marcações têm que ser feitas previamente, através dos seguintes contactos
:
Tel:  +351 279 768 260
Fax: +351 279 768 270
e-mail: visitas@arte-coa.pt


Para ver as várias modalidades e preçários, ver aqui


Informação geral

Recuperando os gestos e técnicas dos quotidianos de há milénios, a arqueologia experimental é uma das mais importantes vias de aproximação às mentalidades pré-históricas.

Desde a sua criação que o Parque Arqueológico tem desenvolvido investigação sobre os contextos arqueológicos da arte rupestre, pela identificação, escavação e estudo dos vestígios deixados pelas comunidades humanas que gravaram os painéis rochosos das margens do rio Côa. Foram identificados variados acampamentos, alguns dos quais associados à caça e à recolha de matéria-prima, assim como sítios de talhe de artefactos em pedra, relacionados com o quotidiano dos homens que viveram no vale do Côa durante o período designado por Paleolítico superior (nesta região situado entre 30 000 e 12 000 anos antes do presente). Conhecidos estes dados, foi desenvolvida uma Oficina de Arqueologia Experimental que procura transmitir estes conhecimentos aos visitantes.

A investigação arqueológica sempre procurou recuperar do solo os vestígios das actividades humanas, catalogando-os, estudando-os e expondo-os ao público. Mais recentemente, a Arqueologia tem caminhado no sentido de reconstituir os antigos modos de vida nas suas facetas mais variadas, testando para isso várias hipóteses interpretativas. Uma dessas facetas é o conhecimento de como eram produzidos os artefactos antigos e qual a sua real funcionalidade. Nasce assim a Arqueologia Experimental.

A Oficina de Arqueologia Experimental desenvolvida pelo Parque Arqueológico e Museu do Côa assenta numa dupla preocupação: por um lado, procura dar resposta a interrogações colocadas pela investigação e, por outro, tratando-se de um apelativo e educativo meio de transmissão de conhecimentos, explicar aos visitantes como se constrói o conhecimento em arqueologia e como se criavam e manipulavam os artefactos domésticos, de caça, recolecção, corte, ou mesmo de gravação dos motivos artísticos nos painéis rochosos do vale do Côa.

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