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Eventos 2012 - Lavradores de Feitoria e Museu do Côa fazem parceria e lançam nova marca de vinho

À venda em primeira mão no Museu do Côa a partir de 19 de Outubro de 2012

Cada garrafa tem um voucher que vale uma entrada no Museu do Côa

É o primeiro Museu, em Portugal, com uma marca própria de vinho

A Lavradores de Feitoria – projecto único no Douro que reúne 15 produtores, proprietários de 18 quintas distribuídas pelos melhores terroirs do Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior – associou-se ao Museu do Côa para, em parceria, lançarem uma nova marca de vinho. ‘Museu do Coa by Lavradores de Feitoria’ nasceu de uma conjugação de vontades cujo resultado chega agora ao mercado materializado num tinto de 2009.

Segundo Fernando Real, Presidente da Fundação Côa Parque, “este vinho é fruto de uma iniciativa – a primeira de outras que se seguirão com este ou outros players da região – com um significado muito especial porque resulta de um conjunto de ideias partilhadas. Quem comprar ‘Museu Coa by Lavradores de Feitoria’ estará a alimentar o corpo e o espírito.”, isto porque cada garrafa tem um voucher que vale uma entrada gratuita no Museu do Côa. Esta componente inovadora – e única em Portugal – junta-se ao facto de ser o primeiro museu português com uma marca de vinho própria.

Para Olga Martins, CEO da Lavradores de Feitoria, “este é mais um passo para promovermos o Douro no seu todo e em parceria, algo que faz parte da cultura da nossa empresa. Com esta iniciativa estamos a aliar gastronomia com cultura, património e paisagem. Com o património vamos promover o nosso vinho e com o vinho trazer pessoas a conhecerem o Museu do Côa e o Douro”.

O ‘Museu do Coa by Lavradores de Feitoria tinto 2009’ é um vinho com características e perfil do Douro Superior: bastante frutado, com taninos suaves e uma boa estrutura, o que lhe confere longevidade. É feito com uvas das quintas que a Lavradores de Feitoria possui na sub-região do Douro Superior (onde fica localizado o Museu do Côa), juntando Touriga Nacional (70%), Tinta Roriz (20%) e 10% de uma mistura de castas de uma parcela de Vinhas Velhas.

Estamos perante um tinto com uma cor intensa e profunda a vermelho vivo. O aroma é intenso, exuberante e muito floral, apresentando notas de esteva rodeada de frutos silvestres como cássis e menta, e algumas notas de madeira muito bem integradas, finas e elegantes. No paladar, a entrada é fresca e frutada; destaca-se a cereja, bem madura, e amora silvestre, muito elegante. Macio e aveludado, apresenta taninos suaves, muito bem equilibrados com a acidez, proporcionando-lhe complexidade e longevidade. O final de boca é longo e muito saboroso.

Com um PVP recomendado de € 15,00, o ‘Museu Coa by Lavradores de Feitoria tinto 2009’ pode ser adquirido no Museu do Côa (em primeira mão a partir de hoje, dia 19 de Outubro, data em que tem início o 1.º Festival do Vinho do Douro Superior), mas também em garrafeiras e lojas seleccionadas em todo o país.

Para mais informações, contactar, por favor: Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP (joanapratas.com@gmail.com; 91 459 11 19 ou 93 779 00 05)


A rocha 6 da Penascosa e o rótulo ‘Museu do Coa by Lavradores de Feitoria’

A concepção gráfica do rótulo do ‘Museu do Coa by Lavradores de Feitoria’ foi inspirada numa das cabras materializada na rocha 6 da Penascosa, sendo a cabra um dos quatro temas zoomórficos fundamentais mais figurados na arte paleolítica do Côa – juntamente com o cavalo, o auroque e os cervídeos.

A rocha 6 da Penascosa é um painel vertical xisto-gauváquico, com uma superfície relativamente lisa, que guarda algumas gravuras da época Gravettense (+/-25.000 - +/-18.000 anos antes do presente), o mais antigo período da arte paleolítica do Côa. Dois cavalos e duas cabras surgem aqui associados, gravados por picotagem profunda e sobrepostos entre si. Há ainda um terceiro cavalo figurado mais à esquerda do painel. Todas estas figuras estão representadas em perfil absoluto, como que vogando num espaço etéreo, sem representação de solo. Embora ao ar livre, a profundidade dos traços originais destas gravuras ainda hoje permite a sua boa visualização.

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